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Protetores dos Animais
Protetores dos animais
A Câmara dos Vereadores de Araraquara aprovou projeto de lei que proíbe rodeios, vaquejadas e similares naquele município. O projeto seguiu para sanção do Prefeito, porém este manifestou a intenção de ouvir as partes envolvidas (protetores e praticantes de rodeios e vaquejadas) antes de decidir se aprova ou não o projeto. Ele se reunirá com todos AINDA ESTA SEMANA!
Escreva para o prefeito solicitando que ele APROVE O PROJETO QUE PROÍBE RODEIOS.
As mensagens devem ser enviadas para prefeitomunicipal@araraquara.sp.gov.br
Importante a colaboração de todos!
Abaixo segue sugestão de mensagem a ser enviada ao prefeito.
Abraços
Maurício Varallo
Sentiens Defesa AnimalAssunto: Pela proibição dos rodeios
Exmo. Prefeito de Araraquara Sr. Marcelo Barbieri
Solicito à V. Exª que SANCIONE, sem modificações, nos termos aprovados em duas votações pela Câmara Municipal de Araraquara, o projeto de lei que PROÍBE a realização de RODEIOS na cidade.Desejo que Araraquara escolha a PAZ, que não admita a violência sob nenhum pretexto, muito menos com o propósito de entreter.
O país todo clama contra a violência, não façamos concessões a ela.
Respeitosamente,
(indique seu nome)
(preferencialmente indique o número de um documento de identidade)Categorias:
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STJ concede indenização por dano moral a criança de três anos
acesse: www.soscriancaeadolescente.com.br
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Hora do Planeta
Use seus poderes para ajudar o planeta. Dia 27 de março, apague suas luzes por 60 minutos e junte-se a um bilhão de pessoas contra o aquecimento global.
Hora do Planeta 2010: Participe!
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RESERVA CULTURAL RENOVA PARCERIA COM A UNIBES
Pelo terceiro ano consecutivo, a Reserva Cultural renova sua parceria com a UNIBES. O objetivo desta união é levar cultura e lazer por um preço mais acessível a todas as pessoas.
As pessoas que gostam de cinema e buscam por bons filmes podem ganhar descontos e ainda colaborar com o trabalho desenvolvido pela UNIBES, que há 95 anos atendem com qualidade e eficiência milhares de pessoas.
Para ganhar descontos nas sessões de cinema de segunda a quinta-feira, exceto feriados, basta entrar no site www.unibes.org.br, imprimir o cupom disponível na seção “Vamos ao cinema” e apresentar na bilheteria da Reserva Cultural. Desta forma você paga apenas R$ 7,00 pelo ingresso.
Faça sua parte. Você se diverte e ainda contribui para melhorar a vida de muita gente.
SERVIÇO:
Reserva Cultural
Endereço: Avenida Paulista, 900. Térreo Baixo (entre as estações Trianon Masp e Brigadeiro do metrô).
Telefone: (11) 3287-3529
Site: www.reservacultural.com.brCategorias:
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Agradecimento
Gostaria de agradecer a todos que participaram do mutirão para rebocar a Associação dos Moradores Unidos do Bairro do Pioneiro no dia 07/03/10.
Muito Obrigado!Categorias:
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CAMPANHA VACINAÇÃO CONTRA A GRIPE SUINA
acesse: www.soscriancaeadolescente.com.br
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A disposição..
Senhoras e Senhores,
Estou a disposição para exercer o meu voluntariado. Se alguém souber de algo, conforme esteja escrito no meu perfil, favor entrar em contato.Eu e a sociedade agradecemos desde já.
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Dia Internacional da Mulher 2010
No Dia Internacional da Mulher, o Portal do Voluntário homenagea mulheres que ajudam a mudar a realidade no nosso país. À frente da maioria dos projetos sociais, elas levam a solidariedade a milhões de pessoas. Usando o exemplo de quatro mulheres, homenageamos todas elas.Categorias:
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O Centésimo Macaco - para o bem!
O Centésimo Macaco
O macaco japonês Macaca Fuscata vinha sendo observado há mais de trinta anos em estado natural. Em 1952, os cientistas jogaram batatas-doces cruas nas praias da ilha de Kochima para os macacos. Eles apreciaram o sabor das batatas-doces, mas acharam desagradável o da areia. Uma fêmea de um ano e meio, chamada Imo, descobriu que lavar as batatas num rio próximo resolvia o problema. E ensinou o truque à sua mãe. Seus companheiros também aprenderam a novidade e a ensinaram às respectivas mães.
Aos olhos dos cientistas, essa inovação cultural foi gradualmente assimilada por vários macacos. Entre 1952 e 1958 todos os macacos jovens aprenderam a lavar a areia das batatas-doces para torná-las mais gostosas. Só os adultos que imitaram os filhos aprenderam este avanço social. Outros adultos continuaram comendo batata-doce com areia. Foi então que aconteceu uma coisa surpreendente. No outono de 1958, na ilha de Kochima, alguns macacos – não se sabe ao certo quantos – lavavam suas batatas-doces.
Vamos supor que, um dia, ao nascer do sol, noventa e nove macacos da ilha de Kochima já tivessem aprendido a lavar as batatas-doces. Vamos continuar supondo que, ainda nessa manhã, um centésimo macaco tivesse feito uso dessa prática.
Então aconteceu!
Nessa tarde, quase todo o bando já lavava as batatas-doces antes de comer. O acréscimo de energia desse centésimo macaco rompeu, de alguma forma, uma barreira ideológica!
Mas veja só:Os cientistas observaram uma coisa deveras surpreendente: o hábito de lavar as batatas-doces havia atravessado o mar. Bandos de macacos de outras ilhas, além dos grupos do continente, em Takasakiyama, também começaram a lavar suas batatas-doces. Assim, quando um certo número crítico atinge a consciência, essa nova consciência pode ser comunicada de uma mente a outra.
O número exato pode variar, mas o Fenômeno do Centésimo Macaco significa que, quando só um número limitado de pessoas conhece um caminho novo, ele permanece como patrimônio da consciência dessas pessoas. Mas há um ponto em que, se mais uma pessoa se sintoniza com a nova percepção, o campo se alarga de modo que essa percepção é captada por quase todos!
Você pode ser o centésimo macaco!
Essa experiência nos proporciona uma reflexão sobre a direção de nossos pensamentos. De certo modo, já sabemos que para onde vai o nosso pensamento segue a nossa energia. Grupos pensando e agindo numa mesma freqüência em várias partes do Planeta têm as mesmas sensações e acabam fazendo as mesmas coisas sem nunca terem se comunicado. Isso vale tanto para aqueles que praticam o bem como para aqueles que usam de suas faculdades para o mal. O acréscimo de energia, neste caso, pode ser aquela que você está enviando com o seu pensamento sintonizado na freqüência do crime noticiado que gera comoção geral. Parece coincidência, mas sempre que um crime choca e comove multidões, de imediato outros fatos semelhantes pipocam em diversos lugares. Será isso o efeito do centésimo macaco às avessas?
Ao invés de indignar-se diante do crime noticiado, direcionando inconscientemente seu pensamento e sua energia para essas pessoas ou grupos que se aproveitam dessa energia toda para materializar mais crimes, neutralize com pensamentos conscientes de amor e perdão. Mude de canal na TV, vire a página do jornal, saia da freqüência e não alimente ainda mais a insanidade daqueles que tendem para o crime, e, também, daqueles que lucram com as desgraças alheias. São todos igualmente insanos, tanto aquele que pratica o crime quanto aquele esbraveja palavrões de indignação por horas diante das câmeras, criando comoção e levantando a energia que se materializará nas mãos daquele que está com a arma já engatilhada.(vc se lembra de alguem assim na tv?)
Gerar material para construir um mundo melhor não requer tanto de grandes ações, quanto essencialmente grandes blocos de consciência. É preciso que mais gente se sintonize na freqüência e coloque aquele acréscimo de energia que pode gerar uma nova consciência em outros grupos em outras partes do Planeta. Se cada um de nós dedicarmos alguns minutos todos os dias para meditar, entrando em sintonia com a freqüência do amor, basta para mudar muitas coisas desagradáveis acontecendo em nosso Planeta e criar uma nova consciência.
Seja você também um “centésimo macaco” – para o bem!Categorias:
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O Centésimo Macaco
O Centésimo MacacoO macaco japonês Macaca Fuscata vinha sendo observado há mais de trinta anos em estado natural. Em 1952, os cientistas jogaram batatas-doces cruas nas praias da ilha de Kochima para os macacos. Eles apreciaram o sabor das batatas-doces, mas acharam desagradável o da areia. Uma fêmea de um ano e meio, chamada Imo, descobriu que lavar as batatas num rio próximo resolvia o problema. E ensinou o truque à sua mãe. Seus companheiros também aprenderam a novidade e a ensinaram às respectivas mães.
Aos olhos dos cientistas, essa inovação cultural foi gradualmente assimilada por vários macacos. Entre 1952 e 1958 todos os macacos jovens aprenderam a lavar a areia das batatas-doces para torná-las mais gostosas. Só os adultos que imitaram os filhos aprenderam este avanço social. Outros adultos continuaram comendo batata-doce com areia. Foi então que aconteceu uma coisa surpreendente. No outono de 1958, na ilha de Kochima, alguns macacos – não se sabe ao certo quantos – lavavam suas batatas-doces.
Vamos supor que, um dia, ao nascer do sol, noventa e nove macacos da ilha de Kochima já tivessem aprendido a lavar as batatas-doces. Vamos continuar supondo que, ainda nessa manhã, um centésimo macaco tivesse feito uso dessa prática.
Então aconteceu!
Nessa tarde, quase todo o bando já lavava as batatas-doces antes de comer. O acréscimo de energia desse centésimo macaco rompeu, de alguma forma, uma barreira ideológica!
Mas veja só:Os cientistas observaram uma coisa deveras surpreendente: o hábito de lavar as batatas-doces havia atravessado o mar. Bandos de macacos de outras ilhas, além dos grupos do continente, em Takasakiyama, também começaram a lavar suas batatas-doces. Assim, quando um certo número crítico atinge a consciência, essa nova consciência pode ser comunicada de uma mente a outra.
O número exato pode variar, mas o Fenômeno do Centésimo Macaco significa que, quando só um número limitado de pessoas conhece um caminho novo, ele permanece como patrimônio da consciência dessas pessoas. Mas há um ponto em que, se mais uma pessoa se sintoniza com a nova percepção, o campo se alarga de modo que essa percepção é captada por quase todos!
Você pode ser o centésimo macaco!
Essa experiência nos proporciona uma reflexão sobre a direção de nossos pensamentos. De certo modo, já sabemos que para onde vai o nosso pensamento segue a nossa energia. Grupos pensando e agindo numa mesma freqüência em várias partes do Planeta têm as mesmas sensações e acabam fazendo as mesmas coisas sem nunca terem se comunicado. Isso vale tanto para aqueles que praticam o bem como para aqueles que usam de suas faculdades para o mal. O acréscimo de energia, neste caso, pode ser aquela que você está enviando com o seu pensamento sintonizado na freqüência do crime noticiado que gera comoção geral. Parece coincidência, mas sempre que um crime choca e comove multidões, de imediato outros fatos semelhantes pipocam em diversos lugares. Será isso o efeito do centésimo macaco às avessas?
Ao invés de indignar-se diante do crime noticiado, direcionando inconscientemente seu pensamento e sua energia para essas pessoas ou grupos que se aproveitam dessa energia toda para materializar mais crimes, neutralize com pensamentos conscientes de amor e perdão. Mude de canal na TV, vire a página do jornal, saia da freqüência e não alimente ainda mais a insanidade daqueles que tendem para o crime, e, também, daqueles que lucram com as desgraças alheias. São todos igualmente insanos, tanto aquele que pratica o crime quanto aquele esbraveja palavrões de indignação por horas diante das câmeras, criando comoção e levantando a energia que se materializará nas mãos daquele que está com a arma já engatilhada.(vc se lembra de alguem assim na tv?)
Gerar material para construir um mundo melhor não requer tanto de grandes ações, quanto essencialmente grandes blocos de consciência. É preciso que mais gente se sintonize na freqüência e coloque aquele acréscimo de energia que pode gerar uma nova consciência em outros grupos em outras partes do Planeta. Se cada um de nós dedicarmos alguns minutos todos os dias para meditar, entrando em sintonia com a freqüência do amor, basta para mudar muitas coisas desagradáveis acontecendo em nosso Planeta e criar uma nova consciência.
Seja você também um “centésimo macaco” – para o bem!Categorias:
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Impunidade garantida
O Sistema Criminal segundo os Tribunais Superiores,
por Vladimir Aras, Procurador da República, da BahiaTodo cidadão tem o “direito” de cometer um crime e não ser preso.
Tem o direito de carregar uma arma de fogo, desde que desmuniciada.
Se, por um revés, for preso, tem direito de conseguir liberdade, qualquer que seja o crime cometido, sem pagar um tostão de fiança.
Tem o direito de não soprar o bafômetro se atropelar alguém e de não fornecer amostra de sangue ou esperma se for um homicida ou um estuprador.
Tem o direito de não ser processado criminalmente, porque a ação penal viola a dignidade da pessoa humana.
Para não ser condenado, o cidadão tem o direito de mentir para o juiz.
Se for condenado, terá direito de recorrer até que venham as calendas gregas, recurso após recurso, um sobre o outro.
Se, por milagre, transitar em julgado a sentença condenatória, o cidadão tem direito de fugir. Inclusive terá o direito de danificar o patrimônio público, se isso for necessário para a fuga.
Se for procurado a mando do juiz, terá direito de usar falsa identidade para enganar a Polícia e não ser preso.
Se não for encontrado, tem direito à intangibilidade de sua vida privada de condenado-foragido e não poderá ter sua movimentação financeira rastreada pela Justiça.
Quando, um dia, por sorte ou azar, esse “cidadão de bem” for pego de novo pelas autoridades, aí a condenação já terá sido atingida pela prescrição.
E, depois de tudo isso, diante de tantos dissabores, esse cidadão terá direito de ser indenizado pela demora do processo penal ou por erro judiciário…
Afinal, no Brasil, pátria cujo revolucionário lema parece ser “Criminalidade, Desigualdade e Impunidade”, todos são inocentes, inclusive os culpados. E “certos alguéns” jamais são condenados, mesmo após prova cabal em contrário.(Publicado no Blog do Frederico Vasconcelos – UOL/10122009.)
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Segurança, desenvolvimento e governança policial
IV Encontro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Nos dias 15, 16 e 17 de março de 2010, no Expo Center Norte, em São Paulo (SP). Temas centrais do evento: “Segurança Pública e Desenvolvimento: desafios e oportunidades na economia global do século XXI” e “Governança Policial em Contextos Democráticos”. Mais informações e inscrições: Fórum Brasileiro de Segurança Pública.
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